Nossa é tão bom quando você acha uma banda interessante para se ouvir.
Isso acontece poucas vezes na vida. Você ate pode flertar com outras, mas você só se casa com poucas. Ao ouvir essa banda foi uma reação a primeira ouvida. Me fez querer ouvir cada vez mais.
Metaleira incrível, cantor com uma voz impar, letras que marcam e te leva quase a loucura. Fora toda a paixão que eles demonstram ao tocar.
Não conheço suas discografia e isso pouco importa. o interessante e cada uma de suas musicas. As três que mais gostei são
Adeus
Lista de casmento
E a melhor de todas
O tempo
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Não sei por que, mas ao ver esse por toda a minha vida sobre Claudinho e Buchecha me fez lembrar minha infância, minhas festas de família, me fez lembrar o São Conrado.
Suas musicas me lembram todos os passeios família, lembro de excursões ao terra encantada, como eu tinha uma infância feliz, e não ficava a procura de estereótipos de perfeição.
Hoje com certeza já sou adulto e nenhum momento voltará, mas ao ver esse programa ele me fez lembrar, muitas coisas que já tinha esquecido, e como era bom e agora só resta e ver no youtube e relembrar.
Obs1: eu gostava do show da Xuxa.
Obs2: as danças eram ridículas.
Obs3: eu tentava dançar.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
o visitante


O filme tem um início chato, mas o filme começa a andar e se torna uma excelente historia sobre relacionamentos humanos e o filme só começa de verdade quando o professor universitário viúvo tem que partir para cidade e entra em seu apartamento.
O filme tinha tudo pra ser extremamente pesado porem ele e de uma leveza, pois fala de assuntos polêmicos, mas não fica remoendo eles. Fora a lição de musica africana que fiquei batucando no sofá.
Nota = 4
sábado, 7 de novembro de 2009
Garota da uniban
O mundo esta de cabeça pro ar. só pode ser isso quando uma garota bonita teria o seu direito caçado de ser universitária pela roupa que utilizava.
Um dos fundamentos mais importantes da universidade não é a liberdade.
Como criaremos nossos trabalhos acadêmicos sabendo que podemos ser censurado.
Se proibiram um vestido, qual seria a próxima coisa ser censurada.
Essa menina. É muito mais do que uma garota, é futuro da liberdade nas universidades.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
ode à zina
retirado do blog futebol arte
Quanto Pior, Melhor - Samba De Várias Notas
Já escrevi em várias ocasiões que sou caseiro, de poucas saidas e pouquíssimos compromissos sociais por dezenas de motivos, que não cabem aqui ser retratados, correndo eu o risco de tirar o foco do fato. E, não foram poucas as vezes em que expus minha pena, de quem apenas possui como alternativa a TV aberta. God save cable TV.
Feriadão é um caso sério. Aos que não se programaram, a cama e a televisão. Aos corajosos, estradas e churrasco. No primeiro grupo ainda cabem: internet, PlayStation, livros, família e o amor. Sempre. Como todas essas coisas simultâneas não se respondem, consecutivas se fazem, fora de ordem ou na gradação do prazer individual.
E na TV, seja qual for a prioridade, eu soube que o tal do Zina (também conhecido pela alcunha de Marcos da Silva Heredia) estava one more time com seu rosto desequilibrado e sua fala tropêga, lamentando e balbuciando suas últimas experiências com narcótico (cocaína) e sendo aconselhado por seus "amigos" e afins. Alguém na mais virgem inocência pode ter visto ali a história de um sem nada, contada de maneira melodramática, pelos que ganharam muita coisa com sua famosa fala, que tomou o Brasil.
No meu íntimo desejo, quando soube da prisão e de sua liberdade, pensei em alto e bom som: "Bem feito". Seria o fim da exploração da imagem consentida por um nítido doente mental, carente de cuidados profissionais e repleto de patologias que se converteram em moda, como todo o esterco televisivo recente.
Li em alguns sites que a Rede que mais cresce no Brasil (e sabe-se lá o porquê) havia proibido a veiculação da cara debilóide do Zina para que "ele não servisse de mau exemplo para audiência". Babaquice, bullshit, conversa fiada.
Domingo, sob o efeito da doença, do vislumbre e do pieguismo, Sabrina Sato, Alfinete e o Pânico na TV prestavam assistência e solidariedade como se tais atitudes valessem um pouquinho, para recuperação de um doente em toda a sua potência.
Como se a sua cura e tratamento fosse realmente o ideal objetivo da TV, da audiência e de qualquer um que ache graça na sua tolice. Ninguém quer o Zina curado. O Zina curado é "normal" e incapaz de soltar pérolas que se transformem em jargões nas bocas das crianças, dos adolescentes e dos adultos. O Zina em sã consciência não aceitaria as esmolas da popularidade em troca de dignidade ou qualquer coisa que valha. O Zina lúcido não é um freak de circo, para que os presentes na platéia possam rir do cara que está na jaula e que é um bicho-palhaço ou um palhaço-bicho. Faz rir, faz chorar e chama os comerciais.
Símbolo dos "loucos", estandarte dos últimos meses da tv aberta, mestre do humor boçal, a história ainda não terminou. Mesmo assim, o Ministério Público tanto se importa com as equações triviais e esquece que, sem cerimônia, a imagem de um ser humano e seus debilidades é utilizada à revelia, com a máscara da boa vontade, em rede nacional, para quem quiser ver, no nosso pandemônio dominical. Isso, com certeza, pode.
E os que sentem dó estarão lá diante dos televisores, ligando e rindo pra si mesmos. Porque o mal que afeta o bicho-palhaço, só fica muito claro, quando a lona é retirada.
Quanto Pior, Melhor - Samba De Várias Notas
Já escrevi em várias ocasiões que sou caseiro, de poucas saidas e pouquíssimos compromissos sociais por dezenas de motivos, que não cabem aqui ser retratados, correndo eu o risco de tirar o foco do fato. E, não foram poucas as vezes em que expus minha pena, de quem apenas possui como alternativa a TV aberta. God save cable TV.
Feriadão é um caso sério. Aos que não se programaram, a cama e a televisão. Aos corajosos, estradas e churrasco. No primeiro grupo ainda cabem: internet, PlayStation, livros, família e o amor. Sempre. Como todas essas coisas simultâneas não se respondem, consecutivas se fazem, fora de ordem ou na gradação do prazer individual.
E na TV, seja qual for a prioridade, eu soube que o tal do Zina (também conhecido pela alcunha de Marcos da Silva Heredia) estava one more time com seu rosto desequilibrado e sua fala tropêga, lamentando e balbuciando suas últimas experiências com narcótico (cocaína) e sendo aconselhado por seus "amigos" e afins. Alguém na mais virgem inocência pode ter visto ali a história de um sem nada, contada de maneira melodramática, pelos que ganharam muita coisa com sua famosa fala, que tomou o Brasil.
No meu íntimo desejo, quando soube da prisão e de sua liberdade, pensei em alto e bom som: "Bem feito". Seria o fim da exploração da imagem consentida por um nítido doente mental, carente de cuidados profissionais e repleto de patologias que se converteram em moda, como todo o esterco televisivo recente.
Li em alguns sites que a Rede que mais cresce no Brasil (e sabe-se lá o porquê) havia proibido a veiculação da cara debilóide do Zina para que "ele não servisse de mau exemplo para audiência". Babaquice, bullshit, conversa fiada.
Domingo, sob o efeito da doença, do vislumbre e do pieguismo, Sabrina Sato, Alfinete e o Pânico na TV prestavam assistência e solidariedade como se tais atitudes valessem um pouquinho, para recuperação de um doente em toda a sua potência.
Como se a sua cura e tratamento fosse realmente o ideal objetivo da TV, da audiência e de qualquer um que ache graça na sua tolice. Ninguém quer o Zina curado. O Zina curado é "normal" e incapaz de soltar pérolas que se transformem em jargões nas bocas das crianças, dos adolescentes e dos adultos. O Zina em sã consciência não aceitaria as esmolas da popularidade em troca de dignidade ou qualquer coisa que valha. O Zina lúcido não é um freak de circo, para que os presentes na platéia possam rir do cara que está na jaula e que é um bicho-palhaço ou um palhaço-bicho. Faz rir, faz chorar e chama os comerciais.
Símbolo dos "loucos", estandarte dos últimos meses da tv aberta, mestre do humor boçal, a história ainda não terminou. Mesmo assim, o Ministério Público tanto se importa com as equações triviais e esquece que, sem cerimônia, a imagem de um ser humano e seus debilidades é utilizada à revelia, com a máscara da boa vontade, em rede nacional, para quem quiser ver, no nosso pandemônio dominical. Isso, com certeza, pode.
E os que sentem dó estarão lá diante dos televisores, ligando e rindo pra si mesmos. Porque o mal que afeta o bicho-palhaço, só fica muito claro, quando a lona é retirada.
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