Cerveja vem, cerveja vai. Conversa do lado de cá, interatividade com outras mesas do lado de lá.
Papos que vão de cachaça, passando por complexos de inferioridade, fora toda discussão antropológica do mundo.
Nesse espaço de discussão ouço a frase do dia: ”não importa o bar o importante é a companhia”. Na hora veio logo Bourdieu (que não entendo muito) falando.
“O bar não é apenas o local em que vai para beber, mas para beber em companhia e em que é possível instaurar relações de familiaridade baseadas na suspensão das censuras, convenções e conveniências que devem ser respeitadas nas trocas com estranhos“.
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